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50 votos a favor-Senado aprova reforma trabalhista
50 votos a favor-Senado aprova reforma trabalhista

Com 50 votos favoráveis, Senado aprova reforma trabalhista

 

 

ESSES SÃO OS VERMES TRAIDORES DO POVO E DE SEUS DIREITOS

A imagem pode conter: 50 pessoas, pessoas sorrindo

O projeto, que altera mais de 100 pontos da CLT, é considerada pelo governo uma das principais medidas para estimular novas contratações no mercado de trabalho

Fernando Nakagawa, Julia Lindner e Thiago Faria, O Estado de S.Paulo

11 Julho 2017 | 19h48

BRASÍLIA - Em uma sessão conturbada, a reforma trabalhista foi aprovada nesta terça-feira, 11, no plenário do Senado por 50 votos favoráveis e 26 contrários. Houve 1 abstenção em um quórum de 77 senadores. Agora, o projeto segue para a sanção presidencial.

A aprovação da reforma trabalhista é uma grande vitória política do governo Michel Temer que precisa dar mostras de força política em meio às acusações contra o presidente da República no próprio Congresso. Em pronunciamento após o fim da votação dos destaques, Temer exaltou o placar favorável e disse que a “expressiva maioria” mostra que a modernização trabalhista é uma “vitória do Brasil na luta contra o desemprego”. “A reforma preparará o mercado para as demandas do presente e exigências do futuro.”

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O que pode mudar no seu emprego com a reforma trabalhista

O presidente destacou que se empenhou pela aprovação da reforma desde o início de seu mandato e disse que o sentido da nova lei pode ser definido em um único conceito: “nenhum direito a menos e muitos empregos a mais". “Desde a constituição de 1988, o país aguardava uma nova legislação trabalhista e é com muita satisfação que eu digo que tive a coragem de propor essas mudanças”, afirmou.

Apesar da luta do governo para aprovar o projeto, não houve comemoração entre os 50 senadores que apoiaram a reforma. Por se tratar de um tema polêmico e com forte apelo popular, os parlamentares preferem não se pronunciar sobre o tema.

+ CÂMARA NÃO VOTARÁ MUDANÇAS PROMETIDAS PELO GOVERNO, DIZ MAIA

Novos tempos.  A nova lei altera mais de 100 pontos da CLT, e traz uma grande mudança na relação entre patrões e empregados. Entre as maiores modificações em relação à legislação atual estão a prevalência, em alguns casos, de acordos entre patrões e empregados sobre a lei, o fim da obrigatoriedade da contribuição sindical, obstáculos ao ajuizamento de ações trabalhistas, limites a decisões do Tribunal Superior do Trabalho (TST), possibilidade de parcelamento de férias em três períodos e flexibilização de contratos de trabalho.

As mudanças são consideradas essenciais pelo setor empresarial para melhorar o ambiente de negócios e dinamizar o mercado de trabalho.

+ REFORMA TRABALHISTA VIOLA CONVENÇÕES INTERNACIONAIS, DIZ OIT

Pelo Twitter, o Secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Mansueto de Almeida, afirmou que os 50 votos favoráveis foram expressivo, e que o resultado positivo é um bom sinal para a continuidade das reformas. 

 

 

A sessão plenária, que teve início às 11h, foi marcada por tumultos e bate-bocas entre os parlamentares. Por volta das 12h30, as senadoras da oposição Gleisi Hoffman (PT-PR), Fátima Bezerra (PT-RN), Vanessa Graziotin (PCdoB-AM), Regina Sousa (PT-PI) e Lídice da Mata (PSB-BA) ocuparam a mesa diretora do plenário como forma de obstruir a votação. Em reação, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMBD-CE) apagou todas as luzes do plenário e suspendeu a sessão por mais de seis horas. 

A estratégia, articulada desde a semana passada pelo PT, PSB e PCdoB, foi uma última cartada da oposição, que sabia que não teria os votos necessários para barrar as mudanças nas regras trabalhistas. 

Segundo a senadora Fátima Bezerra (PT-RN), os oposicionistas consideraram que não tinham outra saída, pois “cada vez mais o governo fechou as portas para que fosse possível fazer negociações”. “Na medida em que foram se fechando as portas para que a gente pudesse ter um entendimento, a gente foi pensando em algumas alternativas para expressar nosso inconformismo”, declarou Fátima.

Fora do plenário, Eunício declarou que a sessão só seria retomada quando "a ditadura deixar". As cinco senadoras continuaram ocupando a mesa diretora até o final da tarde. Elas conversaram, gravaram vídeos para as redes sociais e até almoçaram. 

 

Senadoras comem marmita no plenário
Senadoras comeram até marmita no plenário da Casa Foto: André Dusek/Estadão

Às 13h44, o líder do PT no Senado, Lindbergh Farias (RJ), acusou a presidência da Casa de estar arrumando o auditório Petrônio Portela para transferir a votação da Reforma Trabalhista para o local. O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) era um dos que tentava reunir assinaturas para tentar realizar a votação fora do plenário

A sessão só foi reaberta às 18h36, quando Eunício retornou à cadeira da presidência na mesa diretora. A partir daí, Eunício buscou acelerar a votação. 

Na base governista, o resultado foi dentro do esperado. Parlamentares indecisos, como Lasier Martins (PSD-RS), votaram a favor do texto. Outros senadores que sinalizaram que não poderiam comparecer, como Magno Malta (PR-ES), fizeram questão de se manifestar a favor do governo e ainda criticaram a atitude das senadoras de ocuparem a mesa.

 

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Mesmo fora da cadeira de presidente, Eunício Oliveira (PMDB-CE) acelerou a votação da reforma trabalhista Foto: Eraldo Peres/AP

No PSDB, que dá sinais de que pode desembarcar do governo, o resultado também foi dentro do previsto. Todos os parlamentares votaram a favor do projeto, tirando o senador Eduardo Amorim (PSDB-ES), que já havia votado contra a proposta na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) e avisou que votaria contra a reforma desde o início da tramitação.

Na votação do projeto da reforma trabalhista na Câmara, deputados do PT, PC do B e PSOL, entre outros, subiram à Mesa do plenário e, por alguns minutos, conseguiram interromper a leitura do relatório do deputado Rogério Marinho (PSDB-RN). A ex-prefeita de São Paulo Luiza Erundina (PSOL) chegou a gritar “não a essa desgraça de reforma!” .

A quadrilha de Michel Temer conseguiu aprovar a reforma trabalhista mesmo depois de muita luta de quem estava do lado dos trabalhadores. Uma vergonha! Foram 50 votos que rasgaram nossos direitos. Precisamos eliminar essa raça de bandidos de Brasília. Quem foi contra o trabalhador não merece votos NUNCA MAIS.

Veja a lista dos 50 canalhas que votaram contra nós:

Aécio Neves
https://www.facebook.com/AecioNevesOficial/

Airton Sandoval
https://www.facebook.com/senadorairtonsandoval/

Ana Amélia Lemos
https://www.facebook.com/anaamelialm/

Antonio Anastasia
https://www.facebook.com/AntonioAnastasiaOficial

Armando Monteiro
https://www.facebook.com/armandomonteironeto/

Senador Ataídes Oliveira
https://www.facebook.com/SenadorAtaidesOliveira/

Benedito de Lira
https://www.facebook.com/BeneditodeLira/

Cássio Cunha Lima
https://www.facebook.com/cassiocunhalima

Cidinho Santos
https://www.facebook.com/CidinhoSantos.br/

Ciro Nogueira
https://www.facebook.com/cironogueira

Cristovam Buarque
https://www.facebook.com/Cristovam.Buarque/

Dalirio Beber 
https://www.facebook.com/senadordaliriobeber/

Dário Berger
https://www.facebook.com/DarioEliasBerger/

Davi Alcolumbre
https://www.facebook.com/davi.alcolumbre

Edison Lobão
https://www.facebook.com/senadoredisonlobao/

Eduardo Lopes
https://www.facebook.com/eduardolopesprb

Elmano Férrer 
https://www.facebook.com/elmanoferreroficial

Fernando Bezerra Coelho 
https://www.facebook.com/fernando.bezerracoelho/

Flexa Ribeiro
https://www.facebook.com/senadorflexaribeiro/

Senador Garibaldi Alves 
https://www.facebook.com/SenadorGaribaldiAlves/

Gladson Cameli
https://www.facebook.com/GladsonCameli

Ivo Cassol
https://www.facebook.com/IVOCASSOLOFICIAL/

Jader Barbalho
https://www.facebook.com/JaderpeloPara/

João Alberto de Souza
https://www.facebook.com/joaoalbertoma/?ref=br_rs

José Agripino
https://www.facebook.com/joseagripinomaia

José Maranhão
https://www.facebook.com/zemaranhao/

José Medeiros
https://www.facebook.com/senadorjosemedeiros/

José Serra
https://www.facebook.com/JoseSerraOficial

Lasier Martins
https://www.facebook.com/LasierMartinsOficial

Magno Malta 
https://www.facebook.com/magnomalta

Marta Suplicy
https://www.facebook.com/SenadoraMarta/

Omar Aziz
https://www.facebook.com/OmarAzizPSD/

Paulo Bauer
https://www.facebook.com/paulobauer

Pedro Chaves 
https://www.facebook.com/senadorpedrochaves/

Senador Raimundo Lira
https://www.facebook.com/SenadorRaimundoLira/

Ricardo Ferraço
https://www.facebook.com/RicardoFerraco/

Roberto Muniz

Roberto Rocha
https://www.facebook.com/robertorocha400

Romero Jucá
https://www.facebook.com/senromerojuca/

Ronaldo Caiado
https://www.facebook.com/ronaldocaiado25/

Rose de Freitas
https://www.facebook.com/senadorarosedefreitas

Sérgio Petecão
https://www.facebook.com/sergiopetecao/

Simone Tebet
https://www.facebook.com/simonetebet/

Tasso Jereissati
https://www.facebook.com/tassocomvoce/

Valdir Raupp
https://www.facebook.com/senadorrauppro/

Vicentinho Alves
https://www.facebook.com/vicentinhoalves/

Senador MOKA
https://www.facebook.com/SenadorWaldemirMOKA

Wellington Fagundes
https://www.facebook.com/wellington.fagundes.mt/

Senador Wilder Morais
https://www.facebook.com/wildermorais

Zeze Perrella
https://www.facebook.com/zezeperrella/

 

FONTE: https://www.facebook.com/todoscontraofimdaaposentadoria/posts/1965000027117265

 

OBS: Povo brasileiro, acordem e nunca mais votem em partidos e candidatos traidores do povo, traidores esses, que integram a atual base de apoio do Presidente satanista, que legislam em causa própria, ou para, obterem vantagens indevidos no exercício do cargo.